Friday, June 21, 2013

Monólogos Confessos (2013)

By Paulo Cesar Maia de Aguiar

À Jhonata Lino Machado

Olhos Cerrados.

A escuridão é algo que não parece a mim, claro... (pausa). Tento por horas a fio; embrenhar no ver do algo que guie me, que corteje me( quase a sussurar). Minha Jornada é esta (firma) A procura do amanhã , pois penso estar na ontem não por mim, não por alguém, mas.. por que
sinto me o conforto no não ver as claras.E espero que eu me entendam, e que alguém se ponha ao guiar me, pois tenho as pernas( volver os olhos para as mesma) , mas meus olhos cerrados nenhum lacrimar os abrem.Se os cerro , pois deixo e permito o fato.
Em meus caminhos.Oh sol ! vem, e por segundos. Dai a mim a sua claridade, para que , o cerrar
nâo seja por seu brilho intenso, seja por ha auto procura, pois sempre há luz, é que ponho me a
teimar no que em ser encontra e está sempre lá.
Há horas, que por mais que corra, sinto me, inerte .
Inerte não por ação, mas por que não tento seguir o movimento sinuoso que leva à claridade.Andar, rumar. Porque faço?.Pois mesmo inerte em acções , o entorno segue o seu movimento continuo.
Se houvesse em mim, o despertar, seguiria os ventos para o frescor a dar me alento. Sinto
minha chama trina, pouco acesa, pouco incógnita, mas ainda Viva"! (Afirma)
Não estou só, nem tão pouco nostálgico, so de olhos cerrados.Vislumbrando os caminhos claros
e horizontais , para que me encontre e siga em um deles.Com minhas pernas, meu senso de rumo e não navegue no rio seco e sem vida, que pensam que estou.
Acordo ! Eis lá!!! O sol, ele lá eu cá, mas estou nele e ele em mim igualmente. Pelo que vejo,sinto, entendo, não estou acordado, mas de olhos cerrados, apenas isto. Sei que por mais que indômito cavalo seja. Anda, trota e corre. Peço a ele,que por favor! Deixe me acompanha-lo, não por não saber tais andares, mas por companhia do mesmo.Estar só é ora, confortável, mas de olhos cerrados.Como ? Como ? Posso acompanha-lo.
Há algo que faz cerra meus olhos, e tento imaginar o desejo que não que tenho e vejo ,minhas ,pernas um tanto cansadas,de ardúos caminhos e nenhuma chegada, atrevo me a reagir,a correr , sorri a abrir meus olhos cerrados, pelo me ser que espera, que impera em meu corpo,em meu estado de ser.

Há caminhos que não sei, que não encontro, mas Há caminhos(afirma), mas a olhos cerrados teimosos nada fazem para rumar ao amanhecer, ao despertar, ao compreender.Ser incógnito,jamais sou , pois sei que tenho os olhos cerrados? Eis a prova do meu existir, mas o encontrar -se me mim, é algo que queria ser menos triste.
Darei voltas e revoltas.Darei iniciares e findares, mas serei eu a agir,e a dar passo a passo com ou sem os olhos cerrados a procura de mim.
Sendo assim, Oh doce sol brilhai por mim, tua luz não ofusca me, apenas guia me, e assim abro meus olhos a teu rumo que é parte de meu conhecer. Olhos cerrados, mas a mente , alma e ser. .Livres e abertos ao conhecer interno do Ser que está em mim e não cerrado, a por me a descobrir.

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